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O objetivo principal é mobilizar mais produtores e incentivar investimentos nessa área. Dessa forma, o Estado optou por premiar os produtores que investirem em irrigação, oferecendo 20% do valor do investimento, limitado a R$ 100 mil, como incentivo. A subvenção será paga em parcela única após a conclusão do projeto, que pode ser financiado por instituições bancárias ou recursos próprios. O programa contempla projetos de implantação ou ampliação de sistemas de irrigação e reservatórios de água. Nas palavras do governador Eduardo Leite, a intenção é “fazer uma grande mobilização para que os produtores conheçam essa possibilidade e realizem a adesão, expandindo a irrigação.” Em 2024, estão garantidos inicialmente R$ 20 milhões para esse fim e os critérios de seleção incluem:
A irrigação desempenha um papel fundamental na agricultura, especialmente em regiões como o Rio Grande do Sul, onde as condições climáticas podem ser desafiadoras. Com o incentivo financeiro do governo, os produtores terão a oportunidade de garantir:
Aumento da Produtividade: a irrigação possibilita uma produção mais consistente ao longo do ano, reduzindo os riscos associados à dependência exclusiva das condições climáticas.
Diversificação de Cultivos: com a irrigação, os pequenos produtores têm a oportunidade de diversificar suas culturas, explorando novas possibilidades e aumentando sua rentabilidade.
Sustentabilidade: o uso eficiente da água por meio da irrigação contribui para a preservação dos recursos naturais, promovendo uma agricultura mais sustentável a longo prazo.
Planejamento adequado: antes de iniciar um projeto de irrigação, é essencial realizar um planejamento detalhado, considerando as necessidades hídricas das culturas e a infraestrutura necessária.
Capacitação técnica: busque capacitação e orientação técnica para garantir a correta implementação e manutenção do sistema de irrigação.
Monitoramento constante: mantenha um monitoramento regular do sistema de irrigação para garantir sua eficiência e identificar possíveis problemas rapidamente.
Uso responsável da água: adote práticas de uso responsável da água, evitando desperdício e priorizando a eficiência no manejo hídrico.
Com o apoio do programa de irrigação do estado, os pequenos produtores gaúchos têm a oportunidade de transformar suas atividades agrícolas, aumentando sua produtividade e garantindo um futuro mais sustentável para a agricultura na região.
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A avaliação genômica representa uma revolução na pecuária, oferecendo aos produtores uma ferramenta poderosa para o melhoramento genético de rebanhos.
Com origens que remontam à descoberta da estrutura do DNA em 1953, a genômica evoluiu para permitir a seleção precisa de características desejáveis em animais, como maior eficiência alimentar, resistência a doenças e melhor qualidade de carne e leite.
A avaliação genômica utiliza o mapeamento de informações genéticas para selecionar e reproduzir animais com características genéticas superiores. Essa abordagem permite aos pecuaristas aumentar a eficiência e a produtividade de seus rebanhos, combinando estatísticas biológicas, conceitos genéticos e fisiológicos.
Os benefícios da avaliação genômica são vastos e impactantes. Ela acelera o processo de seleção genética, permitindo identificar animais com alto potencial genético logo após o nascimento.
Isso resulta em ciclos de melhoramento mais curtos e ganhos genéticos mais rápidos, especialmente valiosos para pequenas e médias propriedades rurais.
Para implementar a avaliação genômica, é necessário estabelecer uma população de referência e coletar amostras biológicas para análise genética. Isso permite identificar o potencial genético dos animais e selecionar aqueles que contribuirão para a melhoria do rebanho.
Exemplos práticos, como o serviço Clarifide Girolando e a parceria entre Ourofino Saúde Animal e Neogen, demonstram como a avaliação genômica está sendo aplicada com sucesso na pecuária brasileira. Essas iniciativas ajudam os produtores a selecionar animais com características genéticas superiores, otimizando a produção e contribuindo para uma pecuária mais sustentável.
Segundo Fernando Flores Cardoso, chefe-geral da Embrapa Pecuária Sul, a avaliação genômica traz a possibilidade de acelerar o melhoramento genético, permitindo que a cada nova geração os avanços sejam percebidos de uma maneira mais rápida.
Na prática, o melhoramento genético ocorre em ciclos mais curtos, trazendo um ganho maior a cada ano para as pequenas e médias propriedades rurais que aderem a essa tecnologia.
Uma das dicas de Fernando é para que os produtores rurais tenham claro aonde querem chegar com o uso da avaliação genética. O estabelecimento dos objetivos é um ponto fundamental do processo, assim como o uso das informações para a tomada de decisão, já que faz parte do processo a seleção dos animais que seguirão ou não na propriedade rural.
Outro ponto importante citado pelo especialista é o produtor saber que o melhoramento genético é um processo de médio a longo prazo. “Ele tem que ter constância de propósitos, mas ele (o processo) é cumulativo e permanente”, destaca.
A avaliação genômica é uma ferramenta essencial para o futuro da pecuária, oferecendo uma maneira de produzir mais com menos, alinhando eficiência produtiva com sustentabilidade. Para os produtores interessados em adotar essa tecnologia, a busca por assistência técnica qualificada e o estabelecimento de objetivos claros são passos fundamentais para o sucesso.
Para mais informações sobre como a avaliação genômica pode beneficiar sua propriedade rural, clique aqui e acesse o conteúdo completo.
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]]>O post AgroHub Brasil: ambiente de inovação agro apareceu primeiro em Sebrae RS.
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Agro também é inovação! O Ministério da Agricultura e Pecuária e o Serpro firmaram um Acordo de Cooperação técnica para a criação do AgroHub Brasil, uma plataforma virtual que vai promover a cooperação entre os diversos centros de inovação agro do país.
O projeto ainda está dando os primeiros passos, mas a previsão é que, até julho, já esteja disponível uma primeira versão deste ambiente.
“O AgroHub Brasil será um integrador de todos os centros de inovação agropecuários do país em uma plataforma virtual de inovação aberta. Além de reunirmos quem já pensa o agro em um único ambiente, vamos promover inovação a partir da própria plataforma”, explica o superintendente do Serpro e facilitador dos processos de transformação digital no governo, Bruno Vilela.
A plataforma AgroHub permitirá visão nacional e suporte para a produção brasileira. Vilela afirma que isso acontecerá devido a cooperação entre startups, empresas do segmento, universidades, centro de pesquisa, governo e produtores rurais.
“A vantagem é que teremos uma visão nacional, de norte a sul, do que está sendo produzido. Tecnologias de uma região poderão ser repensadas e utilizadas em outras, sempre com foco na solução dos problemas e desafios do campo”, complementa.
Essa é uma forma de fortalecer o setor, gerando mais desenvolvimento e abrindo mais portas.
A plataforma contará com suporte multilíngue e terá o apoio de novas tecnologias como a inteligência artificial. Nela será criada uma rede de transferência de tecnologia voltada para a busca de soluções inovadoras.
Assim será possível atender os produtores e fomentar o empreendedorismo tecnológico no campo, fomentando a inovação aberta entre todos os participantes.
Uma das preocupações em relação a plataforma é sobre a conectividade no campo. Bruno ressalta que a iniciativa também inclui políticas públicas que buscam levar a internet para o campo.
“Uma das premissas da plataforma é zelar pela acessibilidade dentro das limitações que o usuário tiver”, complementa.
Fontes: Governo vai lançar a plataforma AgroHub Brasil. Serpro. Acesso em 2024. AgroHub Brasil. Ministério da Agricultura e Pecuária. Acesso em 2024. Nova plataforma AgroHub Brasil promete integrar informações do agro de todo o país. Food Forum. Acesso em 2024.
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]]>O post Indicação geográfica: o que é e por que é importante? apareceu primeiro em Sebrae RS.
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A Indicação Geográfica (IG) é um reconhecimento que valoriza produtos e serviços associados a uma região específica, destacando suas características únicas e tradições.
No Brasil, a IG tem ganhado destaque, com 107 indicações oficializadas, incluindo produtos do agronegócio e artesanato. Esse selo não só garante a autenticidade e qualidade, mas também impulsiona o crescimento econômico e turístico das regiões.
A IG pode aumentar o valor de um produto em até 50%, segundo o Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI). Ela cria um vínculo entre o produto e sua região de origem, seja pelas condições naturais ou pelas práticas culturais locais.
No Brasil, a IG se divide em Denominação de Origem e Indicação de Procedência, cada uma com critérios específicos que refletem a identidade e a qualidade do produto.
Produtos como os vinhos do Vale dos Vinhedos e os Doces de Pelotas são exemplos de como a IG pode transformar uma região. Esses produtos não apenas representam a qualidade e tradição local, mas também atraem turismo e promovem o desenvolvimento regional.
Para obter a IG, é necessário um processo detalhado que envolve pesquisa, comprovação das características únicas do produto e colaboração comunitária. Esse processo fortalece a governança local e promove a organização e o engajamento da comunidade.
O caminho para obtenção dessa identificação possui muitos desafios, como a criação de uma governança eficaz e a delimitação da área geográfica. Instituições como o Sebrae oferecem suporte para avaliar o potencial de IG de um produto, auxiliando empreendedores nesse processo.
Apesar de complexo, o reconhecimento da IG traz benefícios significativos, como o fortalecimento da identidade regional e a valorização dos produtos no mercado.
A IG representa uma oportunidade valiosa para os empreendedores que buscam diferenciar seus produtos no mercado global. Com a crescente valorização de produtos autênticos e de qualidade, a IG se torna uma ferramenta estratégica para o desenvolvimento sustentável e a preservação de tradições culturais.
Quer saber mais sobre como a IG pode beneficiar seu negócio e preservar tradições locais? Clique aqui e ouça o que o especialista tem a dizer sobre o assunto. Na entrevista, André Bordignon mostra o impacto da Indicação Geográfica para os negócios e os caminhos para alcançá-la.
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]]>O post Crédito de carbono: você já ouviu falar sobre isso? apareceu primeiro em Sebrae RS.
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O conceito de crédito de carbono está ganhando cada vez mais relevância no cenário empresarial global, especialmente após o Acordo de Paris. Esse mercado representa uma oportunidade única para empresas e empreendedores que buscam alinhar suas operações com práticas sustentáveis e responsáveis.
O mercado de carbono opera através da negociação de créditos de carbono, que são essencialmente permissões ou certificados que representam a redução de uma tonelada de dióxido de carbono (CO2) ou gases equivalentes.
Empresas e governos compram esses créditos para compensar suas próprias emissões de gases do efeito estufa (GEEs), incentivando assim projetos sustentáveis.
Os principais gases do efeito estufa incluem:
O agronegócio desempenha um papel vital na promoção de uma agropecuária de baixo carbono. Práticas como sistemas integrados de produção, manejo forrageiro sustentável e uso eficiente de fertilizantes são essenciais para reduzir as emissões de gases do efeito estufa e gerar créditos de carbono.
Inovações tecnológicas e práticas sustentáveis no manejo de pastagens, fertilização e manejo de dejetos de bovinos são cruciais para a eficiência e sustentabilidade no setor.
O Brasil possui um mercado de carbono regulamentado por leis como a Política Nacional sobre Mudança do Clima e o Código Florestal. Essas regulamentações estabelecem as bases para a participação do país no mercado global de carbono, oferecendo oportunidades para empresas nacionais.
Além disso, a Lei do RenovaBio promove a produção de biocombustíveis e estabelece metas de redução de emissões de gases do efeito estufa ao criar um mercado para os Créditos de Descarbonização no setor de biocombustíveis.
No Brasil, os créditos de carbono são gerados principalmente através do Mecanismo de Desenvolvimento Limpo (MDL). Projetos aprovados sob esse mecanismo produzem Reduções Certificadas de Emissão (RCEs), que representam a diminuição de emissões de CO2 e podem ser comercializadas. Esse processo é fundamental para empresas, indústrias ou países que buscam compensar suas emissões além das metas estabelecidas.
Existe também uma diferença entre mercados regulados e voluntários. No mercado regulado, as transações seguem normas nacionais e internacionais, com empresas tendo limites máximos de emissões e a possibilidade de comprar ou vender permissões para atender a essas regulamentações.
Por outro lado, o mercado voluntário permite que empresas comprem créditos de carbono por iniciativa própria, visando a compensação voluntária de suas emissões sem obrigações legais.
Além disso, projetos de lei em tramitação, estão moldando o futuro do mercado de carbono no Brasil. Esses projetos propõem a definição de limites de emissões, regulamentação de ativos financeiros relacionados à mitigação das emissões de gases do efeito estufa e estabelecem diretrizes gerais para a regulamentação do mercado de carbono, indicando um avanço significativo na estruturação e na transparência desse mercado.
O mercado de crédito de carbono não é apenas uma ferramenta para combater as mudanças climáticas, mas também uma oportunidade para inovar e criar um futuro sustentável para os negócios.
Empreendedores que se adaptam a esse mercado estão não só contribuindo para um mundo mais verde, mas também abrindo portas para novas oportunidades de negócios.
Algumas formas de vender os créditos de carbono são:
Gostou de saber mais sobre o mercado de crédito de carbono? Clique aqui e acesse nosso conteúdo completo para explorar em detalhes as oportunidades e desafios desse mercado emergente.
Nesse material você também encontrará um passo a passo ensinando como vender créditos de carbono.
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]]>O post Gestão apícola e as tecnologias agro apareceu primeiro em Sebrae RS.
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]]>O post ? Prepara a pilcha e o mate que a News tá loca de especial apareceu primeiro em Sebrae RS.
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]]>O post Boas práticas na propriedade rural da família Gehrcke apareceu primeiro em Sebrae RS.
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