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Os empreendimentos sustentáveis representam mais do que uma tendência: são uma necessidade urgente em um mundo que busca equilibrar crescimento econômico, equidade social e proteção ambiental.
Essas empresas não apenas atendem às necessidades atuais, mas também garantem que as gerações futuras possam satisfazer as suas, promovendo um ciclo virtuoso de desenvolvimento sustentável.
No cenário atual, a sustentabilidade deixou de ser uma opção para se tornar obrigatória nos negócios.
Empresas de todos os tamanhos estão reconhecendo que adotar práticas sustentáveis não é apenas bom para o planeta, mas também para os negócios, oferecendo um diferencial competitivo significativo e atendendo às crescentes demandas dos consumidores por produtos e serviços responsáveis.
Uma pesquisa da Bain & Company revelou que a consciência ambiental e social influencia diretamente as decisões de compra de 14% dos consumidores, enquanto 27% consideram o planeta como uma prioridade ao decidir sobre uma compra.
Além disso, mais de 70% dos consumidores globais estão dispostos a pagar mais por produtos sustentáveis, destacando a relevância da sustentabilidade nas estratégias de mercado.
O movimento em direção à sustentabilidade está ganhando força entre os empreendedores, que veem na sustentabilidade uma oportunidade de inovar, diferenciar-se e capturar novos mercados.
Empreendimentos sustentáveis não apenas atendem a uma demanda crescente, mas também contribuem para a construção de uma sociedade mais justa e um ambiente mais saudável.
Uma pesquisa realizada pelo Sebrae Rio Grande do Sul destacou a percepção dos usuários das redes sociais sobre marcas e produtos sustentáveis.
Os resultados mostram que os consumidores valorizam práticas como o uso de materiais sustentáveis, a adoção de processos de produção conscientes e a transparência nas operações das empresas.
Os empreendimentos sustentáveis enfrentam o desafio de equilibrar inovação, custos e expectativas dos consumidores. A transparência, a rastreabilidade e a comunicação clara sobre as práticas sustentáveis são essenciais para construir confiança e fidelidade dos clientes.
Além disso, a adoção de tecnologias e a inovação contínua são fundamentais para manter a competitividade e responder às rápidas mudanças do mercado.
Os empreendimentos sustentáveis estão na vanguarda de uma transformação nos negócios, liderando o caminho para um futuro mais sustentável. À medida que mais empresas adotam essas práticas, elas não apenas contribuem para um mundo melhor, mas também descobrem novas oportunidades de crescimento e sucesso.
Para aprofundar seu conhecimento sobre empreendimentos sustentáveis e descobrir como sua empresa pode se beneficiar dessa tendência, clique aqui e acesse o material completo com os resultados da pesquisa e insights valiosos.
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]]>A alternativa que mais movimenta o setor atualmente é o Resale. Também conhecido como Preloved, Mercado Circular, Upcycling e Second Hand, Resale nada mais é que a compra e venda de produtos usados.
O termo começou a ganhar força em discussões globais por volta de 2019, mas foi no período da pandemia que se tornou destaque. A incerteza causada pelas lojas vazias fez com que indústrias e marcas de todo o mundo pensassem em maneiras de movimentar o mercado. A venda de produtos usados surge então como a alternativa ideal, pois sem os custos de produção de novos produtos, o risco de prejuízos era consideravelmente menor.
Cerca de 3 anos depois, a tendência de consumo se torna cada vez mais realidade e foi apontada como uma das 5 principais tendências da NRF 2024. A tendência, que faz parte de esforços ambientais e de recuperação do varejo pós pandemia, ainda serve como estratégia para aproximar do varejo um público tão desafiador: a geração Z.
Comprometidos com soluções ambientais que reflitam no futuro do planeta, os GenZ – como também são conhecidos os nascidos entre 1995 e 2010 -, vêm moldando a forma de consumir e, por consequência, redefinindo a forma que grandes marcas vendem e se comunicam. Em 2030, estima-se que os consumidores da geração Z representarão 55% das pessoas que frequentam as lojas, por isso é tão importante entender e adequar as estratégias do teu negócio a esse público e às transformações que eles vêm causando no mercado.
Outro ponto valorizado pela geração Z é a autenticidade. Produtos e experiências únicas, que se diferenciem da infinidade de peças iguais com que estamos tão acostumados a encontrar nos varejos tradicionais são mais valorizados por estes consumidores.
Tudo! A venda de um produto usado ajuda na economia de recursos, pois não há a necessidade de passar por todo o processo de produção novamente; evita o acúmulo de resíduos, pois o que antes seria descartado agora ganha uma nova vida com outra pessoa; e proporciona um senso de exclusividade ao consumidor, já que a probabilidade de encontrar produtos repetidos se torna muito menor. O preço reduzido destes produtos também surge como um importante atributo dessa tendência, afinal, preço ainda é o fator central na decisão de compra da grande maioria dos consumidores do varejo.
E não te deixa enganar, não são só os mais jovens que têm interesse pela venda de produtos usados. Segundo pesquisa feita pela WD Research, nos EUA, as pessoas de 18 a 29 anos são as mais engajadas neste mercado. Porém, na faixa de 30 a 44 anos, 51,4% dos participantes afirmaram também se interessar e consumir produtos de segunda mão.

Para o micro e pequeno empreendedor, a prática da circularidade surge como oportunidade. Seja no comércio de ferramentas, móveis, produtos esportivos, moda e muitos outros, a tendência de Resale surge como alternativa aos custos envolvidos na comercialização de produtos novos, e também como estratégia de trazer consumidores para dentro dos teus pontos de venda.
Foi o que apresentou Seana Strown, representante da IKEA, gigante sueca do mercado de móveis e decoração, com mais de 400 unidades em 50 países. Na NRF, Strown contou como a IKEA viu suas vendas subirem 78% com a criação de uma seção de usados em suas lojas. “Se o cliente foi na loja disposto a comprar uma mesa por US$100 e chegando lá encontra uma usada por US$50, ele se sente beneficiado, respeitado e acaba gastando os outros US$50 – ou mais, em itens novos na loja”, afirmou a chefe de design de varejo e identidade de mobiliário doméstico da empresa nos Estados Unidos.
Embora a venda de produtos usados possa remeter aos antigos brechós, sebos e outros modelos de lojas já conhecidos pelo mercado brasileiro, a tendência do Resale traz um grande diferencial: a preocupação com a experiência de compra dos consumidores. Espaços físicos ou virtuais atraentes, produtos restaurados e conservados e estratégias de venda que se comuniquem com o mercado atual são essenciais para que os negócios que aplicam o Resale atinjam seu potencial.
Seja como o propósito central do teu negócio, ou como estratégia para trazer consumidores pra tua loja e aumentar o teu ticket médio, a circularidade no varejo parece ter vindo para ficar. Quer saber como colocar todas essas dicas em prática? É só acessar o nosso conteúdo gratuito.
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