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O papel das mídias sociais para as vendas no varejo

Mais uma pauta que foi destaque na NRF 2022

Atualizado em: Leitura: 3 minutos

A NRF 2022 terminou, mas continua rendendo boas reflexões sobre os conteúdos vistos  durante as palestras. E um dos assuntos abordados, e que chamou nossa atenção, foi como as métricas relacionadas a investimento em mídias sociais não necessariamente refletem em uma boa conversão de vendas. 

No entanto, a mídia social apoia a conversão em outros canais por meio de links que direcionam para a loja on-line, vídeos e fotos que divulgam detalhes dos produtos, entre outras formas.

O Fabiano Zortea , nosso Especialista em Varejo aqui do Sebrae RS, foi à NRF e compartilhou muito conteúdo que nos fez refletir e olhar com outros olhos para essa questão e, agora, nós vamos dividir esses pensamentos com vocês.

Mas antes de começar, pare e pense na realidade do seu próprio negócio digital: 

  • Como estão suas métricas de performance? 
  • As mídias sociais representam sua principal fonte de conversões? 
  • Será que essas métricas são condizentes com a real jornada do cliente? 

O estudo da Good Growth, apresentado em uma das palestras, trouxe dados sobre as conversões vindas de redes sociais  — que são baixas mas, apesar disso, recebem altos investimentos. 

A NRF trouxe ainda dados de outro estudo, realizado com usuários norte-americanos de redes sociais, sobre seus hábitos de consumo na internet. A pesquisa apontou que esse público não costuma realizar compras enquanto está nas redes, e o principal motivo é por não se sentirem prontos para isso. 

gráfico que aponta dados sobre as mídias sociais

Uma das conclusões que podemos ter é que o tempo que as pessoas passam nas redes sociais, muitas vezes, é o momento em que estão relaxando. Dessa forma, elas podem não estar prontas para comprar.

O que aprendemos com isso?

É importante que as marcas apliquem algumas estratégias, como listas de desejos, favoritos, possibilidade de salvar o carrinho de compras, etc. Assim, quando estiverem prontos para comprar, os usuários podem retomar de onde pararam ou saber onde encontrar o que procuram.  

Isso não significa que o alcance da rede social seja ruim, mas, sim, que a efetividade da compra não foi completada – uma vez que as pessoas foram atingidas pelo marketing, mas não no momento ideal. 

Dessa forma, as marcas devem estudar as possibilidades e a proposta de cada rede social – se é publicar vídeos, fotos, comunicação ou interação textual – e, com isso, focar no engajamento dos usuários. Assim, serão lembradas no momento propício para a compra.

A jornada de compra que passa pelas mídias sociais

Um outro dado relevante é que, em um cenário com diversos caminhos de conversão, existem sessões vindas de mídia social (que chegam a representar mais de 80%). 

Entretanto, devido às ramificações desses caminhos, as conversões oriundas de sessões de mídia social acabam sendo atribuídas a outros canais de marketing, principalmente no caso de deixar para comprar depois.

gráfico mostra os caminhos de conversão nas mídias sociais

É fundamental que os caminhos que levam à compra estejam todos mapeados e que priorizem a boa experiência do cliente. 

Outras ações podem ser colocadas em prática para que as redes sociais direcionem o público da melhor forma para a sua loja on-line. Veja aqui alguns exemplos.

Tempo conectados

De acordo com o estudo State of Mobile, do App Annie, é esperado que o consumo migre cada vez mais para o digital, à medida que as pessoas estão passando mais tempo conectadas. Porém, não necessariamente nas redes sociais, e sim em e-commerces.

No Brasil, por exemplo, as pessoas ficaram 5,4 horas no celular em 2021, ao passo que, segundo o State of Mobile, a média global é 4,48 horas. Parte desse tempo é gasto na utilização das redes sociais, com destaque para o WhatsApp e o TikTok.

Para finalizar, compartilhamos outros dados deste estudo para ficarmos de olho no comportamento digital:

  • 7 em cada 10 minutos foram gastos em apps de redes sociais de fotos e vídeos;
  • O tempo gasto em shoppings virtuais também cresce ano a ano – ao todo, foram mais de 100 bilhões de horas em 2021;
  • No Brasil, foram mais de 2 bilhões de horas gastas em 2021, sendo que em 2020 esse número estava em 1,7 bilhão de horas.

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